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Renovamento Carismático Católico

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Renovamento Carismático… o que é?

Sua origem

Ao convocar o Concílio Vaticano II, O Papa João XXIII pedia ao Senhor que renovasse na nossa época as maravilhas de “um novo Pentecostes” 

De facto, pouco depois do encerramento do Concílio, surge na Igreja Católica, sem fundador, suscitado pelo Espírito Santo, o Renovamento Carismático, descrito como uma onda de renovação da graça de Pentecostes.

No dizer do Cardeal Suenens “o Renovamento Carismático é uma segunda graça de Deus à Igreja e ao mundo, depois da primeira graça que foi o Concílio Vaticano II”

Um pouco de história

Como nasceu o Renovamento Carismático Católico?

Alguns professores e alunos da Universidade do Espírito Santo de Duquesne, em Pittsburg, na Pensilvânia (Estados Unidos da América), reuniam-se frequentemente para partilhar as suas experiências de fé. Reconheciam porém um certo vazio em si mesmos; uma falta de dinamismo e uma clara tibieza, na sua oração e atividade apostólica.

Conscientes de que a força dos primeiros cristãos teve origem na vinda do Paráclito Consolador, começaram a pedir insistentemente ao Espírito Santo que anifestasse neles a sua presença cheia de poder para bem da sua vida espiritual e da sua ação apostólica. Diariamente rezavam o “Vinde Espírito Santo” por todos os membros do grupo.

No fim-de-semana de 17 a 19 de Fevereiro de 1967, decidiram fazer um retiro conjuntamente com o capelão da Universidade. Todo o tempo foi passado em oração e no estudo da Escritura, nomeadamente dos “Atos dos Apóstolos”. E foram sempre implorando a efusão do Espírito Santo.

Muitos ficaram certos de que a sua oração fora atendida, pela transformação interior que viveram, pela alegria espiritual que sentiram, pessoal e comunitariamente. Isto foi para eles uma verdadeira “atualização de Pentecostes”. Sem fundador, tinha nascido o Renovamento Carismático Católico.

Esta experiência foi partilhada com amigos da Universidade de “Notre Dame” em Indiana. Estes pediram que também rezassem por eles, para que as suas vidas se tornassem mais cristãs. Tornaram-se “homens novos”…

Graças à força imparável do Espirito Santo, esta chispa propagou-se como um incêndio, invadiu os cinco continentes e tocou a vida de milhões de pessoas.

A voz da Igreja

O teólogo alemão H. Muhlen referiu que «O Renovamento Carismático não é um movimento na Igreja; é a Igreja em movimento» sublinhando que o Renovamento Carismático se fundamenta na redescoberta do imenso tesouro que a Igreja recebeu de Jesus, no reencontro da ação poderosa do Espírito Santo que renova continuamente todas as coisas.

O Cardeal Lustiger escreveu no prefácio do livro “Dai Testemunho”: “Os Papas desde o começo autenticaram esta graça concedida a toda a Igreja com uma segurança que ainda nos enche de admiração”

Em 1972, o Papa Paulo VI dizia textualmente: “Perguntamo-nos repetidas vezes quais as principais necessidades da Igreja… A Igreja precisa do seu eterno Pentecostes: precisa de fogo no seu coração, de palavras na sua boca, de profecias no seu olhar”.

E em 1975, no dia de Pentecostes, falando aos líderes do R.C. Católico, o mesmo Papa qualifica-o como “uma oportunidade, uma bênção para a Igreja e para o mundo”.

João Paulo II, ao receber os participantes no VI Congresso Internacional de Líderes em Maio de 1987, dizia também: “O vigor e a fecundidade do R. Carismático atestam a presença poderosa do Espírito Santo atuando na Igreja nestes anos posteriores ao Concílio Vaticano II”

Natureza do Renovamento – Espiritualidade

Mas qual é o centro ou o coração do Renovamento Carismático Católico?

É a efusão do Espírito Santo, como experiência de Pentecostes pessoal atestada pelos frutos que são generalizadamente os seguintes:

1. Redescoberta da pessoa viva de Jesus, como Senhor e Salvador, conduzindo a uma nova relação com Ele

2. Reencontro filial com Deus Pai, na confiança, espontaneidade e alegria.

3. Sentido e gosto renovado pela oração pessoal e comunitária, para muitos a descoberta da oração de louvor e de adoração.

4. Novo apreço pela Sagrada Escritura como Palavra viva de Deus, que converte e transforma.

5. Procura mais consciente dos Sacramentos, nomeadamente da Reconciliação e da Eucaristia, e uma participação mais vivida nas celebrações litúrgicas

6. Um amor renovado e uma maior fidelidade à Igreja, assim como uma entrega mais generosa ao serviço dos irmãos.

7. Um amor terno e filial a Maria, uma melhor compreensão do seu lugar no plano da salvação.

8. Profunda conversão interior e correspondente transformação de vida

9. Maior liberdade espiritual, sentido mais desperto da vivência comunitária, maior desejo de evangelização.

10. Nova força para dar testemunho do Senhor Jesus em todas as circunstâncias.

11. Experiência dos carismas, como instrumentos para uma nova evangelização.

Lugares onde são vividas as graças da Efusão do Espírito Santo:

1.Grupos de Oração

As graças da efusão do Espírito Santo são normalmente vividas a partir de grupos de oração do Renovamento Carismático. Estes reúnem quase sempre semanalmente. Neste encontro predomina a oração de louvor e de ação de graças, a leitura da Palavra de Deus, o canto como forma de oração, e o ensinamento para aprofundar a vivência da fé.

Em Portugal há grupos de oração do R.C. Católico em múltiplas Dioceses. Os seus membros são frequentemente ativos na paróquia e no apostolado em geral.

Nas dioceses onde estes grupos estão implantados existe, em princípio, uma Equipa de Serviço Diocesano reconhecida pelo respetivo Bispo.

Em todos os continentes, escreve o Bispo D. Albert de Monléon no seu livro “Dai Testemunho”, os grupos de oração ajudaram e formaram muitos cristãos. Estiveram, por vezes, na base de iniciativas, que testemunham a irradiação, no mundo, da oração comunitária

2. Vida Comunitária

E continua D. Albert de Monlén, Bispo de Meaux: “Ao renovar a graça do Batismo e ao chamar à santidade, a efusão do Espírito Santo atrai um certo número de batizados para um compromisso de vida cristã ainda mais radical. Este chamamento ao absoluto do Evangelho pode tomar a forma de um compromisso numa vida comunitária, no desejo de uma partilha mais profunda da vida de oração, da comunhão fraterna, do aprofundamento da fé, da aspiração à santidade, do testemunho a dar ao mundo. Foi assim que o Renovamento viu e vê surgir numerosas comunidades. Os seus membros comprometem-se, num projeto de vida, a dar-se mais radicalmente a Cristo e ao seu Reino, a servir a Igreja com uma maior disponibilidade e segundo modalidades bem diversas. Estas comunidades são muito variadas
pelo tamanho, o estilo de vida, a forma de compromisso comunitário, a vocação eclesial, a implantação, etc.

Conferencia Nacional do Renovamento Carismático Católico

Integra as Equipas de Serviço Diocesano, desde que reconhecidas pelo respetivo Bispo, e as Comunidades e Associações Carismáticas Católicas que o desejem, desde que reconhecidas pela Santa Sé, Conferência Episcopal Portuguesa, ou pelo Bispo Diocesano.

As Comunidades atualmente representadas são: a Comunidade Emanuel, Associação Pública de Fiéis de Direito Pontifício, nascida em França, a Comunidade Cristo de Betânia, Associação Privada de Fiéis de Direito Diocesano, e a Comunidade Canção Nova, oriunda do Brasil.

Internacionalmente…

A fim de se ajudarem mutuamente e melhor servirem a Igreja na graça da efusão do Espírito Santo, grande número de Comunidade e grande número Grupos de Oração, estes através das instâncias nacionais do RCC, aderem respetivamente a duas Associações Católicas de Direito Pontifício: a Fraternidade Católica Internacional de Comunidades e o Serviço Internacional do Renovamento Carismático Católico (ICCRS) sediado em Roma.

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