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Estugarda 2004

Como nasceu a ideia

Por ocasião de um encontro em Roma, em Maio de 2002, entre fundadores e responsáveis de alguns Movimentos e Comunidades católicos e evangélicos nasceu a ideia de promover uma grande manifestação na Alemanha, para contribuir para descobrir a “alma” da Europa. Estavam presentes: Comunidade de Santo Egídio, Cursilhos de Cristandade, Movimento dos Focolares, Movimento Apostólico de Schoenstatt, Renovamento Carismático Católico (Itália), Renovamento do Espírito na Igreja evangélica (GGE), YMCA.
A manifestação “Juntos pela Europa” é o fruto de um caminho iniciado, no âmbito evangélico em 1969, entre mais de 120 Movimentos, Comunidades e grupos na Alemanha, e no âmbito católico a partir do grande encontro com João Paulo II na vigília de Pentecostes de 1998, que atualmente envolve mais de 240 Movimentos e Comunidades em todo o mundo.
A partir de 31 de Outubro de 1999 - data histórica da assinatura da Declaração conjunta entre a Igreja católica e a Federação luterana mundial sobre a Doutrina da Justificação - num encontro no Centro Ecuménico de Ottmaring, Augsburg, entre alguns responsáveis de Movimentos, Comunidades e grupos católicos e evangélicos, surgiu uma nova experiência de comunhão e colaboração que tem vindo a alargar-se a ortodoxos, anglicanos e a outros cristãos.

estugarda2004 juntos pela europa

Quem são os Movimentos, Comunidades e grupos cristãos da Europa presentes

- Nasceram em vários países europeus antes e depois da Segunda Guerra Mundial, e muitos deles difundiram-se na Europa e no mundo;
- Diversificados no que diz respeito a características, difusão, âmbito de ação, são prevalentemente laicais e deles fazem parte pessoas de todas as idades e categorias sociais;
- Abrem amplos espaços de diálogo nos mais variados níveis;
- Têm como característica comum o regresso à autenticidade evangélica e a consciência de não serem fruto de projetos humanos, mas de um dom do Espírito como resposta aos desafios deste tempo.

E qual o futuro de todo este caminho?

Chiara Lubich, fundadora e presidente do Movimento Focolares procura responder: “Grande e imprevisto. Para o poder evidenciar, é preciso pensar que na Igreja há um aspeto institucional representado pela Hierarquia eclesiástica. Mas também há, e sempre houve, um aspeto carismático, posto hoje em especial relevo pelo santo Padre, que o vê “co-essencial” com o aspeto institucional e em comunhão com ele. Pois bem, a comunhão que nasceu entre todos estes Movimentos e Novas Comunidades na Igreja Católica teve oportunidade de manifestar toda a potência do aspeto carismático da Igreja. Fê-lo em cerca de 250 “Jornadas” com a presença e a bênção dos respetivos bispos. Com elas pudemos perceber que, se esta comunhão continuar e se alargar, a Igreja tornar-se-á mais bela, mais una, mais carismática, mais dinâmica, mas também mais familiar e mais mariana, porque Maria é modelo da Igreja.”

E quais os efeitos?

Chiara Lubich continua: “Temos a certeza de que, uma vez que Cristo estará entre nós porque nos amamos, o nosso testemunho cristão em conjunto, ao mundo, e especialmente à Europa, brilhará com especial beleza, com grande atrativa, com uma nova força e potência. Consequentemente, concorrer-se-á para um mundo civil melhor, uma “Cidade terrena” em maior harmonia com a “Cidade celeste”. De resto, Jesus não pensou nem desejou coisas menores quando nos disse para rezarmos assim ao Pai: «Seja feita a tua vontade assim na terra como nos Céus».”

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